Dra. Neneca

Logo que comecei a visitar hospitais pelo Projeto Sorriso Fraterno, conheci o Artur, um bebê de 1 ano e meio que respirava com auxílio de aparelhos.
Seus olhos brilharam com as magníficas bolhas de sabão e o fizeram sorrir de forma contagiante.
Eu estava tão envolvida com a criança que nem havia percebido que sua mãe, naquele momento enchia os olhos de lágrimas e emocionada me disse que era a primeira vez após semanas de internamento que ela o via feliz novamente.
Foi então que em agradecimento ela pediu-me algo simples:
– Posso lhe dar um abraço?
E foi naquele abraço genuíno que entendi o quão importante é esse projeto na vida das pessoas e principalmente na minha.

Dra. Neneca